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Diabetes

A diabetes é uma doença crónica caracterizada por níveis elevados de açúcar (glicose) no sangue. Ocorre quando o organismo não produz insulina suficiente ou não a utiliza de forma eficaz. A diabetes pode, a longo prazo, causar complicações em vários órgãos, como coração, rins, olhos e nervos.

O que deve fazer?
Siga uma alimentação equilibrada, pratique atividade física regular e cumpra corretamente a medicação ou insulina prescritas. A monitorização dos níveis de açúcar no sangue e o acompanhamento regular são fundamentais para um bom controlo da doença.

Quando consultar o seu médico de família?
Se tiver sintomas como sede excessiva, aumento da frequência urinária, cansaço ou perda de peso inexplicada, ou se já tiver diagnóstico de diabetes e surgirem dificuldades no controlo da doença ou dúvidas sobre o tratamento.

Excerto do Guia Prático de Saúde - da semFYC (Sociedad Española de Medicina de Familia y Comunitaria) Traduzido e adaptado pela APMGF (Associação Portuguesa de Medicina Geral e Familiar), setembro 2025.

Diarreia

A diarreia caracteriza-se pelo aumento do número de dejeções e pela diminuição da consistência das fezes, que se tornam líquidas ou pastosas. É frequentemente causada por infeções, intoxicações alimentares, consumo de determinados alimentos ou medicamentos, podendo também estar associada a outras doenças.

O que deve fazer?
Beba líquidos com frequência para evitar a desidratação, como água ou soluções de reidratação oral. Faça uma alimentação ligeira e evite alimentos gordurosos, açucarados ou irritantes enquanto os sintomas persistirem. Descanse e evite a automedicação sem aconselhamento médico.

Quando consultar o seu médico de família?
Se a diarreia for persistente, se houver sinais de desidratação, febre elevada, dor abdominal intensa, sangue ou muco nas fezes, ou se ocorrer em bebés, idosos ou pessoas com doenças crónicas.

Excerto do Guia Prático de Saúde - da semFYC (Sociedad Española de Medicina de Familia y Comunitaria) Traduzido e adaptado pela APMGF (Associação Portuguesa de Medicina Geral e Familiar), setembro 2025.

Diretiva antecipada de vontade

A diretiva antecipada de vontade é um documento onde a pessoa maior de idade, capaz e informada pode expressar antecipadamente a sua vontade relativamente aos cuidados de saúde que deseja ou não receber, no caso de não conseguir decidir ou expressar-se no futuro. Pode incluir a nomeação de um procurador de cuidados de saúde.

O que deve fazer?
Informe-se sobre o significado e as implicações da diretiva antecipada de vontade e reflita sobre as suas preferências em matéria de cuidados de saúde. O documento deve ser preenchido de forma consciente e pode ser registado no Registo Nacional do Testamento Vital (RENTEV).

Quando consultar o seu médico de família?
Se tiver dúvidas sobre os cuidados de saúde, tratamentos ou situações clínicas a incluir na diretiva antecipada de vontade, ou se precisar de esclarecimentos antes de a preencher ou atualizar.

Excerto do Guia Prático de Saúde - da semFYC (Sociedad Española de Medicina de Familia y Comunitaria) Traduzido e adaptado pela APMGF (Associação Portuguesa de Medicina Geral e Familiar), setembro 2025.

Disfonia

A disfonia corresponde a alterações da voz, como rouquidão, voz fraca, áspera ou esforço ao falar. Pode surgir por uso excessivo da voz, infeções respiratórias, inflamação das cordas vocais, refluxo gastroesofágico, tabagismo ou outras condições.

O que deve fazer?
Descanse a voz sempre que possível, evite gritar ou falar durante longos períodos e mantenha uma boa hidratação. Evite o tabaco e ambientes com fumo. Não se automedique sem aconselhamento médico.

Quando consultar o seu médico de família?
Se a rouquidão ou alteração da voz persistir por mais de 2 a 3 semanas, se surgir sem causa aparente, se estiver associada a dor, dificuldade em engolir, falta de ar ou perda de peso.

Excerto do Guia Prático de Saúde - da semFYC (Sociedad Española de Medicina de Familia y Comunitaria) Traduzido e adaptado pela APMGF (Associação Portuguesa de Medicina Geral e Familiar), setembro 2025.

Dispneia (falta de ar)

A dispneia é a sensação de dificuldade em respirar ou de falta de ar. Pode surgir em esforço ou em repouso e estar associada a várias causas, como doenças respiratórias ou cardíacas, infeções, ansiedade, anemia ou excesso de peso.

O que deve fazer?
Se surgir durante esforço, interrompa a atividade e descanse. Evite esforços intensos quando tem sintomas respiratórios e mantenha a medicação prescrita, se aplicável. Não se automedique.

Quando consultar o seu médico de família?
Se a falta de ar for persistente, se surgir de forma súbita, se piorar progressivamente, se ocorrer em repouso ou se estiver associada a dor no peito, febre, inchaço das pernas ou outros sintomas preocupantes.

Excerto do Guia Prático de Saúde - da semFYC (Sociedad Española de Medicina de Familia y Comunitaria) Traduzido e adaptado pela APMGF (Associação Portuguesa de Medicina Geral e Familiar), setembro 2025.

Doação de órgãos

A doação de órgãos consiste na cedência de órgãos ou tecidos de uma pessoa para transplante em outra, com o objetivo de salvar ou melhorar a qualidade de vida. Em Portugal, todos os cidadãos são considerados dadores, salvo se tiverem manifestado oposição no Registo Nacional de Não Dadores (RENNDA).

O que deve fazer?
Informe-se sobre a doação de órgãos e converse com a sua família sobre a sua vontade. Caso não pretenda ser dador, pode registar a sua oposição nos locais próprios. Ter informação clara ajuda a tomar uma decisão consciente.

Quando consultar o seu médico de família?
Se tiver dúvidas sobre a doação de órgãos, sobre o processo de registo como dador ou não dador, ou se quiser esclarecimentos adicionais sobre o tema.

Excerto do Guia Prático de Saúde - da semFYC (Sociedad Española de Medicina de Familia y Comunitaria) Traduzido e adaptado pela APMGF (Associação Portuguesa de Medicina Geral e Familiar), setembro 2025.

Doença pulmonar obstrutiva crónica (DPOC)

A doença pulmonar obstrutiva crónica (DPOC) é uma doença respiratória crónica que provoca dificuldade progressiva em respirar, tosse crónica e produção de expetoração. Está fortemente associada ao tabagismo, sendo mais frequente em pessoas com história de consumo de tabaco prolongado.

O que deve fazer?
Deixar de fumar é a medida mais importante para travar a progressão da doença. Siga corretamente a medicação prescrita, mantenha atividade física adequada às suas capacidades e cumpra as consultas de acompanhamento. A vacinação contra a gripe e outras infeções respiratórias é recomendada.

Quando consultar o seu médico de família?
Se tiver falta de ar persistente, tosse crónica, agravamento dos sintomas respiratórios, infeções respiratórias frequentes ou se for fumador e tiver sintomas respiratórios.

Excerto do Guia Prático de Saúde - da semFYC (Sociedad Española de Medicina de Familia y Comunitaria) Traduzido e adaptado pela APMGF (Associação Portuguesa de Medicina Geral e Familiar), setembro 2025.

Dor abdominal

A dor abdominal é uma dor localizada na região do abdómen e pode ter várias causas, desde problemas digestivos simples até situações mais graves. Pode ser aguda ou crónica e variar em intensidade, localização e duração.


O que deve fazer?
Observe as características da dor (local, intensidade, duração) e evite a automedicação. Mantenha hidratação adequada e uma alimentação ligeira enquanto os sintomas persistirem.


Quando consultar o seu médico de família?
Se a dor for intensa ou persistente, se estiver associada a febre, vómitos persistentes, sangue nas fezes, perda de peso, dor ao toque, ou se surgir de forma súbita e intensa.

Excerto do Guia Prático de Saúde - da semFYC (Sociedad Española de Medicina de Familia y Comunitaria) Traduzido e adaptado pela APMGF (Associação Portuguesa de Medicina Geral e Familiar), setembro 2025.

Dor cervical (cervicalgia)

A dor cervical, também chamada cervicalgia, é a dor localizada na região do pescoço. É frequentemente causada por má postura, tensão muscular, movimentos repetitivos, stress ou permanência prolongada na mesma posição. Pode, por vezes, irradiar para os ombros, braços ou cabeça.

O que deve fazer?
Evite movimentos bruscos, mantenha uma postura correta e faça pausas regulares se trabalhar muito tempo sentado ou ao computador. A aplicação de calor local pode ajudar a aliviar a dor.

Quando consultar o seu médico de família?
Se a dor for intensa ou persistente, se houver limitação importante dos movimentos, dor irradiada para os braços, formigueiros, perda de força ou se a dor surgir após traumatismo.

Excerto do Guia Prático de Saúde - da semFYC (Sociedad Española de Medicina de Familia y Comunitaria) Traduzido e adaptado pela APMGF (Associação Portuguesa de Medicina Geral e Familiar), setembro 2025.

Dor de cabeça

A dor de cabeça é um sintoma frequente e pode ter várias causas, como tensão muscular, stress, fadiga, infeções, alterações do sono ou problemas de visão. Na maioria dos casos é benigna, mas pode variar em intensidade e duração.

O que deve fazer?
Descanse em ambiente calmo, mantenha uma boa hidratação e procure identificar fatores desencadeantes, como stress, falta de sono ou jejum prolongado. Evite a automedicação frequente.

Quando consultar o seu médico de família?
Se a dor de cabeça for intensa, persistente ou frequente, se surgir de forma súbita e muito forte, se estiver associada a febre, vómitos, rigidez do pescoço, alterações da visão ou da consciência.

Excerto do Guia Prático de Saúde - da semFYC (Sociedad Española de Medicina de Familia y Comunitaria) Traduzido e adaptado pela APMGF (Associação Portuguesa de Medicina Geral e Familiar), setembro 2025.

Dor de dentes

A dor de dentes é um sintoma comum, geralmente associado a cáries, infeções dentárias, inflamação da gengiva ou traumatismos. Pode variar de ligeira a intensa e, em alguns casos, irradiar para a face, ouvido ou cabeça.

O que deve fazer?
Mantenha uma boa higiene oral e evite mastigar do lado afetado. Não aplique produtos caseiros nem se automedique. Analgésicos só devem ser usados conforme orientação do profissional de saúde.

Quando consultar o seu médico de família?
Se a dor for intensa ou persistente, se houver inchaço da face ou gengiva, febre, dificuldade em abrir a boca ou engolir. Nestes casos, poderá ser necessário encaminhamento para medicina dentária.

Excerto do Guia Prático de Saúde - da semFYC (Sociedad Española de Medicina de Familia y Comunitaria) Traduzido e adaptado pela APMGF (Associação Portuguesa de Medicina Geral e Familiar), setembro 2025.

Dor de garganta

A dor de garganta é um sintoma frequente, geralmente associado a infeções virais ou bacterianas, podendo também surgir por irritação, uso excessivo da voz ou exposição a ar seco ou fumo. Pode manifestar-se como dor ao engolir, sensação de garganta arranhada ou inflamada.

O que deve fazer?
Mantenha uma boa hidratação, evite fumar e ambientes com fumo e descanse a voz. Alimentos mornos podem aliviar o desconforto. Evite a automedicação, especialmente com antibióticos, sem indicação médica.

Quando consultar o seu médico de família?
Se a dor de garganta for intensa ou persistente, se houver febre elevada, dificuldade em engolir ou respirar, aparecimento de placas brancas na garganta ou se os sintomas não melhorarem após alguns dias.

Excerto do Guia Prático de Saúde - da semFYC (Sociedad Española de Medicina de Familia y Comunitaria) Traduzido e adaptado pela APMGF (Associação Portuguesa de Medicina Geral e Familiar), setembro 2025.

Dor de ouvidos

A dor de ouvidos é um sintoma frequente, podendo estar associada a infeções do ouvido (otites), constipações, alterações da pressão, acumulação de cera ou dor irradiada da garganta ou dos dentes. Pode afetar crianças e adultos.

O que deve fazer?
Evite introduzir objetos no ouvido e não se automedique. Mantenha o ouvido seco e observe se existem outros sintomas, como febre, diminuição da audição ou saída de secreção.

Quando consultar o seu médico de família?
Se a dor for intensa ou persistente, se houver febre, saída de secreção pelo ouvido, diminuição da audição, tonturas ou se a dor surgir em crianças pequenas.

Excerto do Guia Prático de Saúde - da semFYC (Sociedad Española de Medicina de Familia y Comunitaria) Traduzido e adaptado pela APMGF (Associação Portuguesa de Medicina Geral e Familiar), setembro 2025.

Dor dorsal (dorsalgia)

A dor dorsal, também chamada dorsalgia, é a dor localizada na região média das costas. Pode estar associada a má postura, esforço físico, tensão muscular, movimentos repetitivos ou permanência prolongada na mesma posição. Na maioria dos casos é benigna.

O que deve fazer?
Adote uma postura correta no dia a dia, evite esforços excessivos e faça pausas regulares se permanecer muito tempo sentado ou de pé. A aplicação de calor local pode ajudar a aliviar a dor.

Quando consultar o seu médico de família?
Se a dor for intensa ou persistente, se estiver associada a dificuldade respiratória, febre, dor noturna, perda de peso ou se surgir após traumatismo.

Excerto do Guia Prático de Saúde - da semFYC (Sociedad Española de Medicina de Familia y Comunitaria) Traduzido e adaptado pela APMGF (Associação Portuguesa de Medicina Geral e Familiar), setembro 2025.

Dor lombar (lombalgia)

A dor lombar é a dor localizada na região inferior das costas. É muito frequente e pode estar relacionada com esforço físico, má postura, movimentos repetitivos, sedentarismo ou alterações da coluna. Na maioria dos casos melhora com medidas simples.

O que deve fazer?
Mantenha-se ativo dentro do possível, evite repouso prolongado e adote uma postura correta. A aplicação de calor local pode aliviar a dor. A prática regular de atividade física ajuda a prevenir novos episódios.

Quando consultar o seu médico de família?
Se a dor for intensa ou persistente, se irradiar para as pernas, se houver formigueiros, perda de força, alterações da sensibilidade, febre ou se surgir após traumatismo.

Excerto do Guia Prático de Saúde - da semFYC (Sociedad Española de Medicina de Familia y Comunitaria) Traduzido e adaptado pela APMGF (Associação Portuguesa de Medicina Geral e Familiar), setembro 2025.

Dor na anca

A dor na anca é um sintoma frequente que pode estar associado a alterações da articulação da anca, esforço físico, sobrecarga, inflamação dos tendões ou desgaste articular. Pode irradiar para a coxa ou região lombar e dificultar a marcha.

O que deve fazer?
Evite esforços e atividades que agravem a dor. Faça repouso relativo e mantenha uma postura adequada. A aplicação de calor ou frio pode ajudar a aliviar o desconforto, conforme a situação.

Quando consultar o seu médico de família?
Se a dor for persistente ou intensa, se houver dificuldade em andar, rigidez marcada da articulação, dor noturna ou se surgir após queda ou traumatismo.

Excerto do Guia Prático de Saúde - da semFYC (Sociedad Española de Medicina de Familia y Comunitaria) Traduzido e adaptado pela APMGF (Associação Portuguesa de Medicina Geral e Familiar), setembro 2025.

Dor na barriga das pernas ao caminhar

A dor na barriga das pernas ao caminhar pode estar associada a problemas de circulação sanguínea nos membros inferiores. Surge habitualmente durante a marcha e melhora com o repouso. É mais frequente em pessoas com fatores de risco cardiovascular, como tabagismo, diabetes ou hipertensão arterial.

O que deve fazer?
Evite esforços intensos e pare para descansar quando a dor surge. Mantenha hábitos de vida saudáveis, como não fumar e praticar atividade física adequada às suas capacidades. Siga as orientações do profissional de saúde.

Quando consultar o seu médico de família?
Se a dor surgir de forma repetida ao caminhar, se piorar progressivamente, se não aliviar com o repouso ou se estiver associada a feridas nos pés ou alterações da cor da pele.

Excerto do Guia Prático de Saúde - da semFYC (Sociedad Española de Medicina de Familia y Comunitaria) Traduzido e adaptado pela APMGF (Associação Portuguesa de Medicina Geral e Familiar), setembro 2025.

Dor no calcanhar

A dor no calcanhar é frequente e pode estar associada a inflamação da fáscia plantar, esforço excessivo, uso de calçado inadequado ou sobrecarga do pé. É comum sentir dor ao dar os primeiros passos do dia ou após períodos prolongados em pé.

O que deve fazer?
Utilize calçado confortável e adequado, evite esforços excessivos e faça repouso relativo. Alongamentos do pé e da perna podem ajudar. A aplicação de gelo pode aliviar a dor.

Quando consultar o seu médico de família?
Se a dor for persistente, intensa, se dificultar a marcha, se houver inchaço ou se não houver melhoria com as medidas habituais.

Excerto do Guia Prático de Saúde - da semFYC (Sociedad Española de Medicina de Familia y Comunitaria) Traduzido e adaptado pela APMGF (Associação Portuguesa de Medicina Geral e Familiar), setembro 2025.

Dor no cotovelo

A dor no cotovelo é frequente e pode estar associada a esforço repetitivo, movimentos de rotação do braço, inflamação dos tendões ou sobrecarga da articulação. Pode surgir de forma progressiva e agravar-se com determinadas atividades.

O que deve fazer?
Evite movimentos repetitivos e esforços que agravem a dor. Faça repouso relativo do membro afetado e mantenha uma postura adequada durante as atividades diárias. A aplicação de gelo ou calor pode ajudar a aliviar o desconforto.

Quando consultar o seu médico de família?
Se a dor for persistente, se houver limitação dos movimentos, inchaço, dor intensa ou se surgir após traumatismo.

Excerto do Guia Prático de Saúde - da semFYC (Sociedad Española de Medicina de Familia y Comunitaria) Traduzido e adaptado pela APMGF (Associação Portuguesa de Medicina Geral e Familiar), setembro 2025.


Dor no joelho

A dor no joelho é frequente e pode estar associada a esforço físico, sobrecarga, alterações da articulação, lesões dos ligamentos ou meniscos, inflamação ou desgaste articular. Pode surgir de forma aguda ou progressiva e dificultar a marcha.

O que deve fazer?
Evite esforços e atividades que agravem a dor. Faça repouso relativo e mantenha o joelho protegido. A aplicação de frio ou calor pode ajudar a aliviar o desconforto, conforme a situação.

Quando consultar o seu médico de família?
Se a dor for intensa ou persistente, se houver inchaço importante, bloqueio da articulação, dificuldade em andar, dor noturna ou se surgir após traumatismo.

Excerto do Guia Prático de Saúde - da semFYC (Sociedad Española de Medicina de Familia y Comunitaria) Traduzido e adaptado pela APMGF (Associação Portuguesa de Medicina Geral e Familiar), setembro 2025.

Dor no ombro

A dor no ombro é frequente e pode estar associada a esforço repetitivo, movimentos acima da cabeça, má postura, inflamação dos tendões, alterações da articulação ou traumatismos. Pode limitar os movimentos do braço e interferir nas atividades do dia a dia.

O que deve fazer?
Evite movimentos que agravem a dor e esforços repetidos. Mantenha uma postura adequada e faça repouso relativo do ombro afetado. A aplicação de calor ou frio pode ajudar a aliviar o desconforto.

Quando consultar o seu médico de família?
Se a dor for intensa ou persistente, se houver limitação importante dos movimentos, dor noturna, inchaço, perda de força ou se surgir após queda ou traumatismo.

Excerto do Guia Prático de Saúde - da semFYC (Sociedad Española de Medicina de Familia y Comunitaria) Traduzido e adaptado pela APMGF (Associação Portuguesa de Medicina Geral e Familiar), setembro 2025.

Dor no peito

A dor no peito pode ter várias causas, desde problemas benignos, como dor muscular ou ansiedade, até situações graves relacionadas com o coração ou os pulmões. Pode manifestar-se como pressão, aperto, dor em pontada ou ardor, podendo irradiar para o braço, pescoço, costas ou mandíbula.

O que deve fazer?
Evite esforços e observe as características da dor (intensidade, duração, irradiação). Não se automedique. Se tiver fatores de risco cardiovasculares, esteja particularmente atento.

Quando consultar o seu médico de família?
Se a dor no peito for intensa, persistente, surgir subitamente, se estiver associada a falta de ar, suor frio, náuseas, tonturas ou irradiação para o braço ou mandíbula. Nestas situações, deve recorrer de imediato ao serviço de urgência.

Excerto do Guia Prático de Saúde - da semFYC (Sociedad Española de Medicina de Familia y Comunitaria) Traduzido e adaptado pela APMGF (Associação Portuguesa de Medicina Geral e Familiar), setembro 2025.

Dor nos dedos

A dor nos dedos pode estar associada a esforço repetitivo, inflamação das articulações, deformidades dos dedos, traumatismos ou alterações do pé ou da mão. Pode manifestar-se com dor, inchaço, rigidez ou dificuldade em movimentar os dedos.

O que deve fazer?
Evite esforços repetitivos e atividades que agravem a dor. Faça repouso relativo da zona afetada e utilize calçado ou apoio adequado, conforme a localização. A aplicação de calor ou frio pode ajudar a aliviar o desconforto.

Quando consultar o seu médico de família?
Se a dor for persistente ou intensa, se houver deformidade, inchaço importante, dificuldade em movimentar os dedos ou se surgir após traumatismo.

Excerto do Guia Prático de Saúde - da semFYC (Sociedad Española de Medicina de Familia y Comunitaria) Traduzido e adaptado pela APMGF (Associação Portuguesa de Medicina Geral e Familiar), setembro 2025.